O assunto está sendo conduzido
pela Defensora Pública da União, de Brasília, Luciene Strada. Participaram da
reunião representantes da Secretarias de
Inclusão e Mobilização Social, Saúde, Associação
de Vítimas de Escalpelamento e Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Em
discussão a assinatura de um termo de cooperação técnica para a
realização de cirurgias reparadoras as vitimas de escalpelamento. 94
pessoas no Amapá sofreram danos causados pelo eixo do motor descoberto. Existem
casos de perda de todo o couro cabeludo, orelhas e sobrancelhas.
Para a realização
das operações reparadoras s todos os paciente vão precisar ser
avaliados por cirurgiões plásticos. O médico Alexandre Lourinho, que faz parte
da sociedade Brasileira de cirurgia Plástica explica que os procedimentos
exigem equipamentos e materiais especializados que não existem no estado.
A secretaria de Saúde
do Estado promete garantir toda a infraestrutura para que as cirurgias comecem
ser realizadas ainda este ano.
Hoje as vítimas de escalpelamento tiveram uma
reunião com a defensora pública da União Luciene Strada, na Justiça Federal.
Ela explicou como está o andamento dos
processos de indenizações que as vítimas têm direito.
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